Bons tempos! Hoje talvez fosse inacreditável juntar numa só realização os vultos das letras que ali se reuniram e leram trechos de obras suas, os declamadores consagrados e os desconhecidos que leram escritos de sua autoria.
Não, não estou a brincar!
Ora vejam:
Maria Barroso, Virgílio Ferreira, Mário Cesariny de Vasconcelos, Álvaro Guerra, Dórdio Guimarães, Raúl de Carvalho, Natália Correia, Jorge Guimarães,Manuela Machado, Catarina Avelar, Mário Parra, Lurdes Norberto, Agostinho Teixeira e este vosso criado que disse um poema intitulado "Panfleto" que havia escrito nos idos de 1971.
Com casa cheia e gente de pé falou-se e cantou-se a Liberdade .
35 anos depois ainda recordo o facto com emoção.
Nota: Dada a extensão publicarei o "Panfleto" noutro post.